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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Soneto Alexandrino Minha Imaginação Corrigido



Minha mente é medonha e tem ido distante
Sobe num céu que assusta e brinca com a vida
Espera anoitecer e se torna brilhante
Uma estrela luzindo e de alma colorida

Minha mente é levada e se faz delirante...
Sente lampejo em tudo, o coração trepida!
Bate forte sem pausa, e até fica faiscante.
Algo que vem e abala, é risco para a vida!

Sempre sonho acordada e parece verdade
Eu vislumbro outro mundo, observo o meu passado...
Constato que é reencontro, algo estranho me invade!

Tenho em mim a avidez, chama que me domina
Assim, é meu viver, eu sou pássaro alado...
Minha mente é veloz, sou refém desta sina

Janete Sales Dany
Soneto@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No Livro: Soneto Manto Santo e outras
Página 06 - Registro 742475
Exemplo de Soneto Alexandrino

Sílabas tônicas que são obrigatórias 
na 6ª e 12ª sílabas

Min/ha /men/te é /le/va/da e/
 se/ faz/ de/li/ran/te...

Um soneto alexandrino possui 14 versos, 4 estrofes.
Dois hemistíquios cada um com 6 sílabas.

Definição de Hemistíquio: 
Metade de um verso cortado pela cesura.

 Eu vislumbro outro mundo 
e sinto o meu passado...
Nesta publicação, utilizei vários aplicativos
Alguns de celular, outros online na internet.
Aos poucos colocarei um por um.
Como a postagem era sobre imaginação
e eu sou louca por imagens 
brinquei bastante kkkkk
Bom dia!
Este é do site Luna Pic:
https://www168.lunapic.com


Este é um aplicativo de celular; FaceApp:
https://www.faceapp.com/

Este é um aplicativo de celular: YouCam Perfect.


As letras utilizadas para escrever nas imagens:
https://pt.cooltext.com

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

QUANDO O AMOR MORRE - Soneto Alexandrino



Triste quando o amor morre, as manhãs ficam frias
Brota um pranto que escorre, e não nascem mais flores 
Minha aurora padece e não vejo alegrias
O meu sol anoitece... A vida perde as cores

Impossível dormir, minhas mãos tão vazias
Difícil prosseguir, um caminho de dores 
Punhal no coração! Meu grito nas poesias...
Angústia na canção, jardim sem beija-flores

Meu peito entristecido, um tempo sem sentido...
Antro da solidão! Como na sepultura
Fases sem emoção, meu sorriso dorido

Saudade da ternura, uma estrela perdida
Minha vida sem vida, e floresce a amargura 
A terra adormecida, a minha alma ferida...

Janete Sales Dany
T6187697
Soneto@ Registrado e imortalizado na
Biblioteca nacional do Rio de Janeiro
No Livro Soneto Lobo do Gelo e Outras



Tris/te /quan/do o a/mor/ MO/rre, as/ man/hãs/ fi/cam /FRI/as
Bro/ta um/ pran/to /que es/CO/rre, e /não/ nas/cem/ mais /FLOres 
Min/ha au/ro/ra /pa/DE/ce e /não/ ve/jo a/le/GRI/as 
O/ meu/ sol/ a/noi/TE/ce... A /vi/da/ per/de as/ CO/res

Im/po/ssí/vel/ dor/MIR/, min/has/ mãos/ tão/ va/ZI/as 
Di/fí/cil /pros/se/GUIR/, um/ ca/min/ho/ de/ DO/res 
Pun/hal/ no /co/ra/ÇÃO!/ Meu /gri/to/ nas/ poe/SI/as... 
An/gús/tia/na/ can/ÇÃO/, jar/dim/ sem/ bei/ja/-FLO/res 

Meu/ pei/to en/tris/te/CI/do, um /tem/po /sem/ sen/TI/do... 
An/tro/ da/ so/li/DÃO!/ Co/mo/ na/ se/pul/TU/ra 
Fa/ses/ sem/ e/mo/ÇÃO,/ meu/ sor/ri/so/ do/RI/do 

Sau/da/de /da/ ter/NU/ra, u/ma es/tre/la/ per/DI/da 
Min/ha/ vi/da/ sem/ VI/da, e/ flo/res/ce a a/mar/GU/ra 
A/ ter/ra a/dor/me/CI/da, a/ min/ha al/ma/ fe/RI/da... 

Janete Sales Dany


Quando o amor morre - Soneto Alexandrino
 Dodecassílabo

Exemplo de Métrica
Terminar todos os versos com palavras paroxítonas 

(chamadas de palavras graves por Bilac e Passos).
Sílabas tônicas que são obrigatórias na 6ª e 12ª sílaba
A terra adormeCIda
a minha alma feRIda

14 versos, 4 estrofes
Dois hemistíquios cada um com 6 sílabas:
A terra adormeCIdaa minha alma feRIda
Neste verso a elisão foi feita com a vogal "A"


Quem ama nunca está longe! 
Como posso estar longe 
de quem está dentro de mim? 
Padre Léo. 

Pensar em uma pessoa 
que se ama é rezar por ela... 
Sta. Terezinha do Menino Jesus. 

Se nada nos salva da morte, 
pelo menos que o amor nos salve da vida. 
Pablo Neruda 

Tão bom morrer de amor! 
E continuar vivendo... 
Mario Quintana. 

O amor é como um raio, ninguém sabe 
onde vai cair até que caia... 
Henri Lacordaire. 

Ah o amor... que nasce não sei onde, 
vem não sei como, 
e dói não sei porquê... 
Luís de Camões.


QUANDO O AMOR MORRE 

Soneto Alexandrino Também em vídeo no meu canal
de YouTube:



Licença Creative Commons
O trabalho QUANDO O AMOR MORRE de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

sábado, 25 de novembro de 2017

Soneto Alexandrino - Corrigido



Amo este alexandrino, e nele o encanto impera...
Um soneto com alma e sinto que tem vida
Vem como realidade e some, nem me espera!
Renasce uma saudade e noto que convida...

Contemplo novamente e nasce a primavera
É verso que reluz, a cena é colorida...
Sinto as quatro estações, desenhos do que eu era! 
Soneto de emoções, fases da minha vida...

Minha manhã de amor, nela o sol que embevece!
Há também o meu pranto, e revela o que sinto...
Noto que a alma se agita, e é momento de prece...

Lembranças num soneto, e nasce a melodia
Caminho para o fim, e entro num labirinto!
Morte em vida é viver, reluzir na poesia


Janete Sales Dany

Poema@ registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional no livro:
Soneto Amor Eterno e outras


Exemplo de Soneto Alexandrino
Terminar todos os versos com palavras paroxítonas 

(chamadas de palavras graves por Bilac e Passos).
Sílabas tônicas que são obrigatórias na 6ª e 12ª sílaba
Lembranças num soNEto, 
e nasce a meloDIa!

14 versos, 4 estrofes
Dois hemistíquios cada um com 6 sílabas:
Lembranças num soneto, e nasce a melodia!
Neste verso a elisão foi feita com a vogal "e"



As fotos transformadas na animação
foram feitas no aplicativo Desenho de Retrato

Colocarei o link do site na foto,
caso você queira conhece-lo
eu recomendo: