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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Refém do Leito - Soneto Decassílabo Heroico



Chove e a solidão dorme do meu lado
Pés presos, mãos atadas no destino
Deitado, sem ação, mas concentrado
Escuto aquele som, é um violino!

As estrelas sumiram do elevado 
Muito tempo que vivo em desatino
Enlaçado no meu mundo encerrado
Agora um refém, não vejo, imagino! 

Dói todo o corpo e minha alma também
E some o fio, mas volta num vaivém!
Eu sonhei que molhava os pés no mar...

Bendita esta mão que lava o meu rosto
Ameniza a amplitude do desgosto...
Incerteza, acordar ou delirar?

Janete Sales Dany
Soneto @ registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No Livro: Soneto Lobo Do Gelo e Outras
Página: 13


co·ma |ô| (grego kôma, -atos, sono profundo) substantivo masculino [Medicina] Estado patológico em que há perda de consciência, ausência ou redução das reações a estímulos e eventual alteração de funções vitais "Site Priberiam"




Oração do Padre Pio pelos doentes
SENHOR
assiste do céu todos os doentes do mundo,
sustenta os que perderam 
toda esperança de cura,
consola os que gritam 
ou choram pelas suas dores,
protege os que não foram atendidos ou
medicados por falta de recursos materiais 
ou ignorância,
dá ânimo aos que não podem repousar
porque precisam trabalhar,
vela pelos que buscam uma posição
menos dolorosa para dormir,
acompanha os que acham que a doença
frustra seus projetos,
ilumina os que passam 
por uma noite escura
e acabam perdendo a esperança,
toca os membros e músculos
dos que perderam a mobilidade,
dá luz aos que se sentem tentados na fé
e são atacados pelas dúvidas,
apazigua os que se impacientam
ao ver que não melhoram,
acalma os que gemem 
por suas dores e cãibras,
dá paciência, humildade e constância
aos que buscam reabilitação,
devolve a paz e a alegria
aos que estão angustiados,
diminui o padecimento dos que
perderam o conhecimento,
guia os moribundos ao descanso eterno,
conduz os que mais precisam
ao encontro contigo,
abençoa abundantemente os que
assistem os doentes em sua dor,
os consolam em sua angústia

e os protegem com caridade.
AMÉM

Esta oração eu dedico ao meu irmão
Juarez Sales

sábado, 18 de novembro de 2017

Soneto Alexandrino - Eu Sou a Humanidade

Um soneto alexandrino que foi corrigido
Terminações paroxítonas em todos os versos:

Eu Sou a Humanidade 
Soneto Alexandrino corrigido

Eu não nasci do agora, o meu tempo é distante!
Bem sei do preconceito e da sombra da morte 
E da terra tão seca e da sede constante
Tremi no terremoto, e só quero o meu forte...

Eu trago em mim a fome, e a íris suplicante!
Venho da Chernobyl, fui salvo pela sorte...
Eu vi sangue dos meus... Triste fuga marcante
Eu sou refugiado, eu fiquei sem um norte!

Eu não tenho meu lar, e só resta a memória
Escapei do tornado e vi tanta amargura
Vivo em busca da paz, e é tão longa esta história!

Sempre fujo da guerra, eu sou a humanidade!
Eu não nasci do agora e a injustiça perdura
Sofri na escravidão, sou a diversidade!

Janete Sales Dany


Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro:Soneto lobo do gelo e outras
Numero: 9267/17
São Paulo Brasil


Sílabas tônicas que são obrigatórias na 6ª e 12ª sílabas
14 versos, 4 estrofes
Algumas vogais se unem e são separadas 
de forma diferente da contagem silábica gramatical

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

SONETO ALEXANDRINO FÊNIX CORRIGIDO



Nasci com a alma solta, e fugaz como o vento
Não sonho á noite, rezo, e vivo a claridade...
Investigue meu ser, é puro sentimento
Tenho um coração terno e imerso na saudade

Tomo um banho de luz, fujo do mar sangrento
Dói lá dentro meu Deus, esqueço a realidade...
Voo num céu de invenção, só meu neste momento...
Não durmo á noite, eu rezo; e encaro a tempestade
Calo um grito noturno e afogo na quimera
O segredo se estende e fica mais intenso
E de manhã ressurjo e volto a ser quem era
Olho para o elevado, o impulso é que me rege... 
Sorriso sempre largo, e o pranto, só dispenso!
Como Fênix, renasço, e sei quem me protege!
Janete Sales Dany
Poema @ registrado e imortalizado 
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro Manto Santo e outras Página 09
Separação das sílabas 
Poéticas ou escansão

 Nasci com a alma solta, e fugaz como o vento
Nas/ci /com/ a al/ma/ SOL/ta, e/ fu/gaz /co/mo o /VEN/to
Não sonho á noite, eu rezo; e vivo a claridade...
Não/ son/ho á/ noi/te, eu/ RE/zo; e/ vi/vo a /cla/ri/DA/de...
Investigue meu ser, é puro sentimento
In/ves/ti/gue/ meu/SER/, é/ pu/ro/ sen/ti/MEN/to
Tenho um coração terno e imerso na saudade
Ten/ho um/ co/ra/ção/TER/no e i/mer/so /na/ sau/DA/de



Tomo um banho de luz, fujo do mar sangrento

To/mo um/ ban/ho /de/ LUZ/, fu/jo/ do/ mar/ san/GREN/to
Dói lá dentro meu Deus, esqueço a realidade...
Dói/ lá /den/tro /meu/ DEUS/, es/que/ço a/ rea/li/DA/de...
Voo num céu de invenção, só meu neste momento...
Voo/ num/ céu/ de in/ven/ÇÃO/, só/ meu/ nes/te/ mo/MEN/to...
Não durmo á noite, eu rezo; e encaro a tempestade
Não/ dur/mo á/ noi/te, eu/ RE/zo; e en/ca/ro a /tem/pes/TA/de